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    Aspectos econômicos, sociológicos, psicoterápicos explicam o pecado?





    Você leu os jornais hoje? Como entender a tragédia humana estampada todos os dias nas manchetes? Por exemplo, o atirador da escola Sandy Hook em Newtown, Connecticut, nos Estados Unidos?

    Nossa compreensão da Queda e do pecado da humanidade é absolutamente necessária para qualquer compreensão adequada da condição humana. Não podemos compreender a existência humana sem referência ao pecado. A Bíblia se recusa a permitir-nos descobrir a causa e substância do problema humano fora de nós mesmos.

    A cosmovisão cristã do homem e do comportamento humano está em colisão direta com todas as outras cosmovisões.


    Isto é particularmente evidente quando se compara o relato bíblico do pecado humano com as tentativas contemporâneas para explicar a maldade e depravação da humanidade por meios econômicos, sociológicos, políticos, psicoterápico... A Bíblia afirma a bondade inerente da humanidade em termos de bondade pura da criação de Deus como era no começo. Mas a Bíblia também explica que, depois da queda, cada ser humano é, em sua própria maneira, um rebelde e insurgente que está tentando destronar a Deus e roubar a sua glória como se fosse  nossa.

    Assim, quando olhamos para a humanidade, lemos os jornais, assistimos aos noticiários, ou olhamos os nossos próprios filhos, devemos estar sempre cientes de que o que nós testemunhamos é a elaboração do pecado e uma demonstração da humanidade caída. No entanto, nossa evidência mais direta para essa queda é o que vemos quando olhamos para nosso reflexo no espelho.

    Toda cosmovisão deve dar conta do que está errado com a humanidade e por que o cosmos demonstra tanta morte, decadência, e a falta de sentido aparente. Como cristãos, sabemos que o mundo como o vemos contém vestígios da glória de Deus que brilham através da corrupção do universo marcada pelo pecado. No entanto, somos constantemente lembrados de que o universo inteiro está gemendo sob o peso do pecado humano. Não estamos surpresos com o pecado humano e as terríveis conseqüências desse pecado. Nós somos capazes de suportar esse conhecimento porque estamos certos de que este não é o fim da história: “Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo. Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos” - Romanos 8:20-25


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