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    A Escuridão mais grosseira e profunda!






    Pensávamos que não tínhamos nenhum mestre – que éramos os senhores de nossas vidas, quando na verdade estávamos servindo o mais cruel de todos os mestres.

    "Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado." João 8:34


    Nos vangloriávamos de nossa liberdade, que nós estávamos no controle do que gostamos, que andávamos livres como um abelha indo de flor em flor, sugando o doce néctar do pecado e prometendo a nós mesmos que nada nos controlava.

    Não víamos que cada pecado era um elo da corrente que nos aprisionava. Que embora esses elos parecessem ser feitos de papel, na verdade eram do mais puro ferro! Loucos escravos do orgulho, luxúria... abrigavam a ilusão de se proclamarem livres. Mas o apóstolo Pedro diz algo terrível que fura a nossa bolha de sabão: “...prometendo-lhes a liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção; porque o homem é feito escravo daquele por quem há sido vencido” . 2 Pedro 2:19

    A ideia de independência era doce para nós, ser dependente de alguém ou algo, mesmo de Deus, era uma escravidão muito irritante para nosso coração orgulhos, ele não pode suportar.

    Muitos não podem suportar a ideia da graça – porque se ela nos faz livres do pecado, nos faz escravos da justiça. A graça nos põe sob novas restrições, somos influenciados por diferentes motivos, somos liderados  por um outro espírito e levados a uma dependência infantil de Deus, tanto na providência como na graça. A diferença, é que agora, sem a escravidão do pecado e do orgulho, podemos sentir a força das palavras do apóstolo: Acaso não sabeis... que não sois de vós mesmos? 1 Coríntios 6:19

    Os que foram trazidos pela graça soberana, agora podem olhar para trás e ver que serviu a mestres duros e terríveis, e ainda assim amava a escravidão a ponte de chamá-la “liberdade”, num eufemismo que tentava esconder de nós mesmos a dura realidade.

    Escravos! O mundo tinha posse de todos os nossos afetos escravizados ao pecado. Dominados e controlados pelo pecado no centro de nossos corações carnais.

    Dominou todos os pensamentos e desejos e ordenou e nossa mente obliterada tudo “obedeceu”. Quando este mestre inflexível (O pecado) nos dominava e moldava teu coração, a servidão era tão doce ao teu coração caído que você pensou – sou eu, sou livre. O grande carcereiro como um gato a brincar com um rato,  o deixa saltar e dá uma margem de manobra, sabendo assim, que você faria mais eficazmente o trabalho de colocar cada vez mais correntes sobre seu pescoço.


    Assim tudo estava ali, parecendo ser controlado por você – seu tempo, seus talentos, seu dinheiro, seu corpo, suas faculdades, sua mente... Você parecia usar todas essas coisas como você desejava. Não havia nada, pensava você, não havia ninguém para verificar, ninguém para se explicar o que você fazia...


    Você não via que o Pecado era o Mestre e por ele, satanás. O amor ao mundo profundamente enraizado nas câmaras mais profundas do coração escravizado regia você. Você não podia ver que a cegueira (e quem pode ver a cegueira?) escravizou seus olhos a escuridão mais grosseira e profunda.


    Assim você gritava que era livre quando era ESCRAVO na interpretação mais profunda que esta palavra pode ter. Escravo do pecado e de Satanás!


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