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    Legalismo - Gordon Haddon Clark


    Legalismo, na história da teologia, é a teoria de que um homem obtém e merece a sua salvação fazendo boas obras ou obedecendo a lei. Pelágio argumentou que, visto que o homem tem livre-arbítrio, ele é capaz de guardar os mandamentos de Deus perfeitamente. Os fariseus, que negavam o livre-arbítrio, davam uma grande abrangência à graça, dizendo que se os pecados e méritos de um homem estivessem na balança, Deus removeria graciosamente os pecados do mesmo.

    A doutrina evangélica é a justificação pela fé somente, e esta própria fé é um dom de Deus. Os méritos são todos de Cristo.

    O apóstolo Paulo considera a objeção de que a justificação pela fé somente remove toda necessidade de boas obras e permite que o homem regenerado continue no pecado. Sua resposta é que a redenção é uma salvação do pecado e que a justificação irresistivelmente leva à santificação.

    No presente século tem sido dado ao termo legalismo um novo significado. A situação ética despreza regras e leis. Todo aquele que conscientemente obedece aos mandamentos de Deus é considerado como legalista. Portanto, Joseph Fletcher aprova a quebra de qualquer um dos Dez Mandamentos. Ele assim transfere a conotação má de legalismo para a moralidade histórica do Protestantismo.

    Fonte: Essays on Ethics and Politics, Gordon H. Clark, Trinity Foundation, p. 150

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